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O valor da publicidade hoje, em todo o Brasil

Humberto Mendes

O valor da publicidade 

hoje, em todo o Brasil

 

Até pouco tempo atrás, era comum profissionais de agencias de todo o Brasil alimentarem a injusta reclamação,

isso já era “Fake News”, que “tudo o que acontece de bom para a nossa atividade, só beneficia dois mercados:

São Paulo e Rio de Janeiro. Os demais que se danem...”  

 Entender o que acontecia naquela época, anos 50/60 do século passado, não é muito difícil: as principais indústrias

do mundo, de quase todos os segmentos se instalavam em São Paulo, porque  o Estado tinha por exemplo uma grande

  atividade agrícola, desenvolvida por gente capaz e habituada a produzir todo tipo de insumos, o que gerava um poder

de consumo grande para a época, tinha  no Porto de Santos um dos mais importantes do mundo e a produção para o

Brasil e para além de nossas fronteiras,  escoava por ali. O comércio, com suas principais lojas de departamentos,

procurava se colocar onde o grande consumidor estivesse, e que não era noutro lugar, que não fosse nos dois Estados.

Os laboratórios, cosméticos, alimentos, bebidas, cigarros, turismo etc  ficavam no Rio de Janeiro, que por ser capital do

país, era também  a capital cultural. Outro anunciante importante que deveriam ser os governos federal, estadual e

municipal praticamente não existiam  e era até “pecado” os governos anunciarem. Havia o medo de serem comparados

ao stalinismo, ao facismo e ao  nazismo que grassavam na Europa, ao peronismo da Argentina e até, por que não, ao

duro Estado Novo de Getúlio. Esses, sim,  faziam a propaganda propriamente dita. Nós é que erroneamente, misturamos

depois publicidade e propaganda como uma só atividade.   

 Todo esse movimento fazia com que o marketing e todas as decisões relativas à comunicação convergissem para Rio

e São  Paulo, que chegaram a ser taxados de “eixo do mal” pelos nossos homens de agência. 

 Hoje a publicidade brasileira alcançou um patamar invejável entre as melhores do mundo e não podemos deixar de

considerar que para isso muito colaborou o incremento de uma grande indústria gráfica, uma forte rede de meios

de comunicação e o desenvolvimento dos mais variados tipos de escolas de comunicação e marketing, pesquisas

e estudos de mercado, não só nos dois Estados, mas em todo o território nacional. Com a criação dos Sindicatos

de Agências dirigidos por profissionais amplamente conhecedores de seus respectivos mercados e com o desenvolvimento

de entidades como Fenapro, ABAP, Sinapros, CENP e outras, o Brasil atingiu um estágio evolutivo, suficientemente  capaz de caminhar com suas próprias pernas, produzindo publicidade com a qualidade exigida para atender todas as necessidades da comunicação em qualquer parte de nosso imenso território.

 

Vale enfatizar que atualmente neste terceiro milênio que já estamos vivendo, onde já se fala em inteligência artificial,

em que as mídias tomam novos  formatos, em que tudo está mudando e tornando insustentável  o que existia em meados

do século passado, para se manter ativa, criativa, inteligente e produzindo a qualidade profissional dentro de princípios

éticos, profissionais  e morais que a nortearam até aqui, o que a publicidade precisa é contar com a participação de todos

os que vivem da atividade, no sentido de mantermos ativo o esforço de suprir a ausência dos valores financeiros que

sempre existiram com o ato compulsório de recolher o Imposto Sindical. Valores que muito  contribuíram  para a

manutenção da  atividade profissional de qualidade que temos hoje. 

 Assim, capitaneados pela Fenapro, Sindicatos de Agências e outras entidades, estamos todos empenhados em não

perder a relevância que fez e continua fazendo da publicidade uma atividade ética, honesta e colaborando com o

progresso do país. 

 Usando da prerrogativa que os  meus mais de sessenta anos vivendo da publicidade me facultam, tomo a liberdade

de convidar a todos a participarem do esforço nesse sentido.

 

Muito obrigado

Humberto Mendes

VP Executivo FENAPRO

 

 
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Fenapro aponta retomada de negócios no trimestre

Fenapro aponta retomada de negócios no trimestre

 

Fenapro aponta retomada de negócios no trimestre

Nesta edição do estudo Van Pro, 61,5% das agências declararam um melhor ambiente

de negócios quando comparado ao mesmo período de 2016

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 Teresa Levin 24 de outubro de 2017 - 17h08

Oterceiro trimestre de 2017 foi melhor que o mesmo período de 2016 para  61,5% das agências do mercado publicitário. O dado foi levantado pela Federação Nacional das Agências de Propaganda (Fenapro) no indicador Visão de Ambiente de Negócios em Agências de Propaganda (Van Pro), lançado pela entidade com o intuito de acompanhar trimestralmente o clima para o desenvolvimento de negócios e as expectativas do setor ao longo do ano. A terceira onda da pesquisa trimestral, referente ao 3º trimestre, de uma maneira geral apresenta uma retomada de negócios e de otimismo por parte das agências de propaganda.

O estudo mostrou ainda que a expectativa de melhora para o 4º trimestre também cresceu em relação ao 3º trimestre, saltando de 35% para 38,8%. Apesar disso, ainda não alcançou o índice observado no final do 1º trimestre, quando mais de 43% das agências esperavam uma melhora para o trimestre seguinte. Entre as regiões, a mais otimista é a Sudeste, com 42,3% das agências apontando prováveis melhoras nos últimos três meses do ano.

O Van Pro também avaliou a visão das agências em relação ao fechamento do ano. Para 65,5% delas, este ano fechará melhor que o anterior; apenas 19,3% declararam perspectiva de piora. O número já era positivo nos trimestres anteriores: no 1º, 59,1% das agências declararam que esperavam um ano com resultados mais positivos que 2016, enquanto no 2° este número foi de 58,2%. A região mais otimista com relação ao fechamento do ano é a Centro-Oeste (90%) e a menos otimista é o Sudeste (60,6%). A Fenapro observa que todas as regiões ficaram com nível de otimismo acima de 60% pela primeira vez no ano.

Para Glaucio Binder, presidente da Fenapro, os resultados da pesquisa VAN Pro no 3º trimestre refletem a melhora de humor do mercado como um todo. “Gerando esperança de um fim de ano mais positivo para as agências e um 2018 bem melhor que o biênio 2016/ 2017”, observou.

O Van Pro também avaliou a realização de concorrências e licitações e este número caiu em relação aos seis primeiros meses do ano: no 1º trimestre, 43% das agências disseram ter havido um incremento de concorrências e licitações, enquanto no 2º trimestre este número foi de 44,8%, e agora, no 3º trimestre, de 38,3%. As agências também apontaram os segmentos de maior destaque no cenário atual: Serviços aparece como o que gera as melhores perspectivas, seguido por Comércio e Indústria.

http://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/2017/10/24/fenapro-aponta-retomada-de-negocios-no-trimestre.html

 

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